quinta-feira, 18 de outubro de 2012

PRIMEIRAS IMPRESSÕES DA NOSSA NOVA ESCOLA

 
Este é o nosso primeiro artigo para o Jornal / Blogue GAIVOTA, da Escola Ibn Mucana.

A escola tem seis pavilhões: A, B,C, D, E e F, mais dois ginásios, oito balnearios, vários espaços exteriores e pátios muito grandes, por vezes confusos.

Entretanto, logo nos primeiros dias de aulas, ficámos a saber que existe o projeto TRIM! (Tv e Rádio  Ibn Mucana) e para apoiar a nível dos nossos estudos também existe o projeto FENIX, envolvendo as turmas A e B do 5º ano.

Outra coisa que gostámos de saber é que a nossa escola tem uma ótima biblioteca e não só: Tem também um grande campo de futebol!

Quando soubemos do projeto Salinha de Informática aderimos imediatamente porque nos interessa muito escrever artigos, tirar fotos e publica-las.





Ainda bem que a nossa nova escola tem todos estes equipamentos, serviços e projetos que a tornam interessante e agradável!

DIOGO M. Nº7 
PEDRO S Nº22
RICARDO JORGE Nº 26
(Todos do 5ºB)

O nosso primeiro dia na escola Ibn Mucana

Este e o  nosso primeiro artigo no blogue Gaivota e tem como tema, o primeiro dia na nossa nova escola.
Os nossos nomes são Áureliu e Ricardo.
No primeiro dia de escola houve uma apresentação para os alunos conheçerem os seus padrinhos,  professores e colegas .
A nossa turma - o 5ºB - estava lá toda, numa grande animação e toda a gente aproveitou para se conhecer.
Nesse primeiro dia ficámos a conhecer o professor Carlos Silva, o nosso diretor de turma.
Também ficámos a saber, nessa altura, que foi a partir do ano letivo passado (2011/2012) que a nossa escola passou a ter o 2º ciclo.

Por fim, após uma conversa na sala de aula com o diretor de turma, copiámos o nosso horário e a seguir fomos para casa.

Foi muita coisa importante para um primeiro dia, e acho que com tudo o que se passou nesse dia nunca iremos esquecer.



E só para não terem dificuldades o sporting é o maior!!!


Autores: Áurelio e Ricardo do 5ºB

O lago da escola

Os dois autores deste artigo são alunos do 5º B.
O tema é o nosso lago que tem mais ou menos a idade da nossa escola que é de mais de 25 anos!
Queremos agradecer à Câmara Municipal de Cascais por ter enviado os seus funcionários para limpar o lago da nossa escola.
Os alunos e os peixes estão muitos agradecidos pois agora a água está tão limpa e transparente que até dá gosto olhar.
Só esperamos que os alunos tenham cuidado não o voltem a sujar.



Texto da autoria de Diogo Pereira nº 9 Rafael Chaves nº25 

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

A Estufa Assombrada

Há quem jure que, através do vidro da estufa, se vêm coisas a mexer-se. Há quem diga que vê movimentos estranhos quando era suposto a estufa estar vazia. Fala-se de vultos cinzentos, sombras esverdeados e figuras negras que se mexem estranhamente e são visíveis através do plástico ondulado da estufa. Além disso, há os ruídos que saem lá de dentro. Várias pessoas já os ouviram distintamente. Há quem fale em ratos e em gatos, em vento a bater nas chapas onduladas. Também há a teoria de que os arbustos no seu interior ondulam e abanam com as correntes de ar. Parece lógico. Há colegas que aparecem com riso nervoso a dizer que podem ser “outras coisas” de que ninguém quer falar: Fenómenos, seres bizarros, vultos, sombras, humanoides... “Humanoides! Poupem-me meninos!” Disse o professor de EVT, quando eu lhe perguntei o que achava dos ruídos que vêm da estufa.
Uma vez, num dia de vendaval, estava a jogar à apanhada com os colegas da turma e resolvi esconder-me dos meus colegas atrás da estufa. Agachei-me entre a estufa e a vedação e aguardei imóvel, em silêncio. Passados segundos comecei a ouvir ranger, ali muito perto. O som vinha claramente do interior da estufa, posso garantir. Ora, se a estufa estava trancada, ninguém lá conseguiria entrar, logo resta a teoria das correntes de ar… ou as outras teorias. Falei dos barulhos aos meus colegas e todos gozaram imenso, menos o André que aceitou ir comigo observar e fotografar a estufa. Assim que nos aproximámos, ouvimos uma voz: “- Meninos afastem-se daí, se fazem favor. Vão brincar para outro lado!” disse uma Srª Funcionária que por ali passava. (Ela não gosta que brinquemos ali perto. Porque será?) A verdade é que, quando uma vez perguntei aos meus colegas se me queriam acompanhar numa visita à estufa ao fim da tarde de uma 5ªfeira, todos recusaram, evocando motivos mais ou menos ridículos do tipo: “-Acho que estou a ficar constipado” ou “-Tenho uma bolha no pé e não posso correr se for preciso”. Apesar de a estufa lhes despertar alguma curiosidade, nenhum dos meus colegas aceitaria lá entrar depois do pôr-do-sol, disso fiquei com a certeza. Diz-se que, em anos letivos anteriores, já houve alunos que lá entraram e de lá já não saíram. Nunca mais se ouviu falar deles! Mas claro isso são histórias, já sabemos. Também se conta que um dia um grupo de alunos do sétimo ano decidiram lá entrar, para verem como aquilo era. Como não queriam ser vistos, numa noite treparam a vedação da escola e foram para a estufa. Já próximos, começaram a ficar com medo porque não conseguiam ver nada, pois a noite estava muito escura. Foi então que ouviram vozes estranhas a dizer para não entrarem e se o fizessem ficariam presos para sempre. Já cansados de ouvir histórias sobre aquele lugar, eu e o meu colega André fomos até à estufa dispostos a entrar. Quando chegámos ao local segredei para o André: -Fica cá fora que eu entro e, se acontecer alguma coisa, tu fotografas, ok? ( O André adorava tirar fotos com o seu telemóvel ) E ele respondeu: -Ok, vou tentar dar o meu melhor. Empurrei a porta e para meu espanto abriu-se facilmente. Entrei muito devagar e atento para ver o que lá havia. Parecia-me ouvir um murmúrio mas não conseguia perceber de onde vinha nem o que era. Só conseguia ver plantas, vasos e ferramentas de jardinagem. De repente, a porta fechou-se atrás de mim com um grande estrondo. Fiquei gelado de susto e foi então que ouvi uma voz abafada: “-EU AVISEI-TE!!!!” Fiquei paralisado de surpresa a olhar para a porta fechada. Estava lá preso e aquela voz aterrorizava-me. Lá fora, o André viu um vulto junto à porta enquanto ela se fechava. Apanhou uma pedra do chão e tentou acertar no tal vulto que parecia deslizar afastando-se da porta, mas a pedra atravessou a figura humana deslizante enquanto esta rapidamente desaparecia. Pareceu esfumar-se, no ar! Então, o André avançou para a porta e abriu-a com forte encontrão. Lá dentro apanhei outra vez um enorme susto, mas vendo a porta aberta corri o mais rápido que pude lá para fora, e já com o André, afastámo-nos os dois dali numa grande correria. A tensão foi tão grande que não conseguimos falar durante longos minutos. Afinal, quem tinha fechado a porta? Que vulto era aquele? De quem era a voz que eu tinha ouvido? O André jurava não ter ouvido nenhuma voz! Mas eu quase posso jurar que ouvi perfeitamente. Eu não vi nenhum vulto, só ouvi a porta fechar-se, mas ele jura que viu algo e que a pedra passou através da tal coisa que ele refere como “um vulto”. Parece uma maldição, aquela estufa prega sustos a toda a gente! O que verdadeiramente se passou nessa tarde, nós não temos a certeza nem nunca teremos. Sabemos é que nessa estufa se passam coisas muito estranhas. Para nós, que lá estivemos e ouvimos vários colegas contar o que sabem, só podemos ter uma opinião: Essa estufa está assombrada. Texto de ficção de Miguel Boto e André Figueiredo, com ideias de Maria Miguel Ferreira, todos do 6ºE

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O meu primeiro dia na Ibn





Olá, o meu nome é Ricardo Jorge do 5º Ano B nº 26 e hoje é o meu primeiro dia na Escola Básica e Secundária Ibn Mucana.
Neste primeiro dia de aulas conheci o professor director de turma e os padrinhos do 5º Ano B, que são os alunos dos últimos anos da escola que nos vão ajudar na nossa integração.

Após a primeira visita guiada à escola Ibn Mucana eu e os meus colegas de turma concordámos que a escola é mesmo grande, principalmente se a compararmos com as escolas do primeiro ciclo de onde viemos; Tem muito mais espaço ao ar livre, pátios e campos de jogos.

Neste primeiro dia ainda me estou a ambientar porque de entre todos os alunos da minha turma eu só conheço a Rita e (que é o número vinte e sete), pois ela era da antiga escola!



Fiquei a saber que funciona na escola o projeto TRIM! (Tv e Radio Ibn Mucana) e também o blogue "GAIVOTA". Como estou muito interessado em participar em ambos, escrevi este artigo e vou entrega-lo a um dos professores do projeto, para publicação.

Espero poder continuar a escrever aqui proximamente. Até breve!

Ricardo Jorge, 5ºB

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Nós agora andamos na "escola dos grandes"


Cá estamos nós naquela que costumávamos chamar a escola dos grandes. 
Trata-se da Escola Ibn Mucana, que dantes só viamos do lado de fora e achavamos que era só para os matulões.
Agora, para quem anda no ensino pré escolar e no primeiro ciclo, os "matulões" somos nós!
 
Vou dar as minhas primeiras impressões acerca da escola: Esta escola é muito grande, se a compararmos com as escolas do primeiro ciclo. 
Tem seis pavilhões mas se contarmos com o refeitorio, são sete! 
Tem um ginasio dentro da escola e outro fora da escola. A escola também tem um campo de atletismo.
Covêm conhecermos o nosso símbolo:














Para acabar quero referir a nossa Associação de Pais e Encarregados de Educação (o símbolo encontra-se aí em cima do lado direito), e em baixo vemos uma fotografia do famoso lago Ibn Mucana



                                                                                                    

Trabalho realizado por: Diogo Morais & Bárbara Carvalho 5B

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Árvores pintadas por alunos do 6ºano

Os trabalhos que a seguir se apresentam foram realizados nas aulas de EVT pelos alunos das turmas D, E e F do 6º ano.

As árvores foram desenhadas com lápis de grafite, a partir da observação de exemplares existentes na nossa escola e a seguir pintadas com pequenas barras de um material de pintura chamado pastel seco.



quarta-feira, 9 de maio de 2012

Os testes estão à porta!

A gaivota tem andado muito ocupada a estudar para os seus testes de várias disciplinas. Este período letivo é aquele em que quase tudo se decide. Talvez por isso, vários membros da nossa equipa redatorial estão agora mais ocupados e tem-lhes faltado a inspiração para a redação de textos, cronicas e artigos. Vivemos uma fase em que outras prioridades se impõem...Mas fica a promessa de brevemente intensificarmos as nossas publicações. A todos os seus leitores a GAIVOTA deseja bom estudo e boa sorte para a fase decisiva de testes em que nos encontramos! Até breve!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Uma palestra sobre o Holocausto

Fui avisada que ia haver na nossa escola uma palestra sobre o holocausto. Tinha a ideia que o holocausto era algo que tinha a ver com guerra e também com o povo judeu. Como tinha algum tempo livre, fui assistir à palestra. A palestra a que assisti referia-se ao Holocausto praticado pelo governo nazi que dirigia a Alemanha, durante os anos 30 e 40 do século XX. As palestrantes eram duas senhoras que expuseram com clareza o que tinha sido o holocausto. Durante a palestra chamaram-me a atenção para realidades que eu desconhecia e que me parece importante dar a conhecer.
Segundo a wikypédia, “A partir do século XIX a palavra holocausto passou a designar grandes catástrofes e massacres, até que após a Segunda Guerra Mundial o termo Holocausto (com inicial maiúscula) foi utilizado especificamente para se referir ao extermínio de milhões de pessoas que faziam parte de grupos politicamente indesejados pelo então regime nazista fundado por Adolf Hitler. Mais tarde, no correr do julgamento dos responsáveis por esse extermínio, o termo foi sendo aos poucos adotado somente para se referir ao massacre dos judeus durante o regime nazista”. Para compreendermos o que se passou temos que recuar até aos anos 30 do século XX. Naquela época o governo da Alemanha ficou dominado por pessoas com ideais racistas que acreditavam que os alemães eram um povo superior e por esse motivo deviam dominar os restantes povos e nações europeias. O holocausto que ocorreu na 2ª guerra mundial foi a tentativa feita pelo governo alemão, para assassinar todas as pessoas judias residentes na Alemanha e em geral na Europa, na qual acabaram por morrer muitos milhões de seres humanos, não só judeus (mas principalmente), mas também de outros povos. “Havia judeus, militantes comunistas, homossexuais, ciganos, eslavos, deficientes motores, deficientes mentais, prisioneiros de guerra soviéticos, membros da elite intelectual polaca, russa e de outros países do Leste Europeu, além de activistas políticos, Testemunhas de Jeová, alguns sacerdotes católicos, alguns membros mórmons e sindicalistas, pacientes psiquiátricos e criminosos de delito comum. Todos esses grupos pereceram lado a lado nos campos de concentração e de extermínio, de acordo com textos, fotografias e testemunhos de sobreviventes, além de uma extensa documentação deixada pelos próprios nazistas com o saldo de registros estatísticos de vários países sob ocupação. Hoje, já se sabe aproximadamente o número de mortes. Morreram 17 milhões de soviéticos (sendo 9,5 milhões de civis); 6 milhões de judeus; 5,5 milhões de alemães (3 milhões de civis); 4 milhões de polacos (3 milhões de civis); 2 milhões de chineses; 1,6 milhão de iugoslavos; 1,5 milhão de japoneses; 535 000 franceses (330 000 civis); 450 000 italianos (150 000 civis); 396 000 ingleses e 292 000 soldados norte-americanos.” (Wikypédia) Como foi possível todo este horror? Para percebermos o que se passou é necessário conhecermos um pouco de História. No início da terceira década do século passado, a Alemanha vivia graves tempos de crise. Faltava o emprego e o dinheiro necessários para a sobrevivência de milhões de cidadãos alemães que com isso sofriam e passavam muitas necessidades. Havia uma enorme inflação, todos os dias aumentavam os preços de todos os produtos nas lojas e havia também muita miséria, muita revolta e muito mal estar em toda a sociedade alemã. As pessoas andavam desesperadas por não terem trabalho, nem perspetivas de melhoria e o dinheiro não valer nada. Havia frequentemente manifestações, violência e desordem nas ruas. O povo alemão sentia uma grande necessidade que houvesse um governo que fizesse uma grande arrumação na Alemanha, acabasse com a desordem e desse trabalho a todos os alemães. Nessa época havia um partido (o partido nazi) que começou a dizer repetidamente que os judeus que viviam na Alemanha estavam ricos e eram culpados por muitos alemães se encontrarem na miséria. Comparavam-nos a ratos, a sanguessugas e a animais repelentes, chamando-lhes ladrões nas páginas dos jornais e culpando-os de todos os males que afligiam os alemães. Além de tudo isto, consideravam-nos seres “inferiores” e “sub-humanos”, utilizando as suas teorias racistas, que afirmavam a suposta inferioridade dos judeus. Ao repetir constantemente essa falsidade o partido nazi alemão conseguiu que muitos alemães fossem enganados e passassem a odiar os judeus, julgando-os a causa de todos os seus males. Devido à falta de emprego e ao enorme aumento dos preços dos bens essenciais, os alemães andavam tão revoltados que acabaram por votar em grande número no partido nazi, que viria a formar governo. Os nazis acreditavam que havia raças superiores e raças inferiores e que as primeiras deviam dominar as segundas. Acreditavam também que os mais fortes deviam dominar os mais fracos e que essa era uma lei da vida que devia ser aplicada à humanidade. Por julgarem que os judeus eram um povo inferior e os alemães uma raça superior, o governo alemão construiu campos de concentração nos quais os judeus eram presos e mais tarde mortos por processos quase industriais. Muitos alemães não se deram logo conta de que havia campos de concentração e outros sabiam que existiam esses campos mas pensavam que só serviam para pôr os judeus a trabalhar, outros ainda julgavam que esses campos eram prisões para criminosos e ignoravam o que lá se passava. Entre os alemães que sabiam o que lá se passava, houve muitos que não concordavam e tentaram opor-se aquele horror. Por causa disso foram presos, torturados e muitas vezes mortos.
Só com a derrota alemã no final da segunda guerra mundial, foi possível devolver à liberdade os milhares de prisioneiros judeus que conseguiram sobreviver aqueles anos de horror passados nos campos de concentração. Então o mundo assistiu horrorizado à libertação de milhares de pessoas esqueléticas e doentes que puderam relatar as crueldades a que durante anos se tiveram que sujeitar para conseguirem sobreviver. Houve milhões que não conseguiram sobreviver para contar. Sobre este tema o blogue GAIVOTA lembra que foram feitos filmes excelentes como: “ A vida é bela” e “O rapaz do pijama ás riscas“ os quais, no entanto, se recomenda que só sejam vistos com autorização dos pais, pois possuem cenas muito impressionantes e por vezes violentas. - Inês Mascarenhas do 6ºE / Supervisão do prof coordenador do projeto -

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

A Kikas


Hoje vou-vos falar de quando recebi a minha cadela a quem chamei Kikas.

Um dia á noite o meu pai tinha saido de casa e quando voltou, abriu o casaco e eu vi de lá sair uma cabeça, foi então que reparei que era uma cadela preta e muito pequenina.
Eu fiquei tão emocionada e quase chorava.



Então peguei nela como se ela fosse um bébé. Era tão querida! Tinha umas patinhas tão pequenas que escorregava no chão!

A minha mãe, quando se sentava no sofá e se punha de pernas à chinês, a cadela saltava para o colo dela e deitava-se toda descansada. Já se passaram dois anos desde que isto aconteceu, ela já está muito grandinha mas continua muito maluca ao mesmo tempo.

Neste momento estou a sentir que a adoro.

Vera Luz P. Silva - 6ºE

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Rapidamente


Não sei se é por andarmos muito atarefados, ou se é por gostarmos de vir para a escola, ou se é por causa das conversas e brincadeiras nos entusiasmarem tanto, ou se é por os dias estarem tão bonitos, mas a verdade é que este 2º período está a passar-se muito, muito, muito rápido.
Tão rápido passam estes dias, que já temos a Páscoa à vista.


Já há ovinhos de chocolate, saquinhos com amêndoas coloridas e folares da Páscoa a chamar pela nossa gulodice, nas montras das lojas.

O tempo acelerou, a Páscoa está a chegar e embora adore as férias, não tenho a certeza que queria que chegasse tão depressa.


Vera Luz Ponte Silva, 6ºE nº28